• O Assunto

  • By: G1
  • Podcast
  • Summary

  • Um grande assunto do momento discutido com profundidade. Renata Lo Prete vai conversar com jornalistas e analistas da TV Globo, do G1, da GloboNews e dos demais veículos do Grupo Globo para contextualizar, explicar e trazer um ângulo diferente dos assuntos mais relevantes do Brasil e do mundo, além de contar histórias e entrevistar especialistas e personagens diretamente envolvidos na notícia.
    2022 Globo Comunicação e Participações S.A.
    Show more Show less
Episodes
  • Jun 29 2022
    O que começou como denúncia de um esquema de pastores com trânsito no Palácio do Planalto para traficar recursos da educação virou, três meses depois, um pedido de investigação sobre a conduta do presidente da República. E ameaça se transformar em mais uma Comissão Parlamentar de Inquérito no caminho dele - desta vez, a pouca distância das eleições de outubro. Neste episódio, Renata Lo Prete recebe os jornalistas Vera Magalhães e Bruno Tavares. O repórter da TV Globo, primeiro a revelar ligações telefônicas em que o ex-ministro Milton Ribeiro afirma ter sido alertado por Jair Bolsonaro da iminência da operação da PF na qual seria preso, detalha a origem e o alcance das escutas (mais de 1.700 áudios) captadas com autorização da Justiça. Ele também lembra o que acontece agora que a ministra do Supremo Carmem Lúcia acionou a PGR: “Augusto Aras vê elementos para investigar Bolsonaro? Isso terá que ser dito”. Na conversa com Renata Lo Prete, Vera é cética quanto às chances de o procurador-geral se mexer. Ainda assim, “essa apuração sobre vazamento de informações e obstrução do trabalho da polícia tem potencial de estrago para Bolsonaro”, avalia a colunista do jornal O Globo, comentarista da rádio CBN e apresentadora do programa Roda Viva, da TV Cultura. A partir da apresentação, nesta terça-feira, do pedido de abertura da CPI do MEC, Vera diz o que esperar do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de quem depende a instalação. Analisa ainda as movimentações dos governistas para evitar ou, no mínimo, empurrar ao máximo o início dos trabalhos da comissão.
    Show more Show less
    27 mins
  • Jun 28 2022
    Primeiro, veio à tona o episódio de uma criança de 11 anos cuja interrupção da gravidez foi impedida por uma juíza em Santa Catarina. Depois, a atriz Klara Castanho viu sua história (um estupro seguido por gestação indesejada e doação do bebê) divulgada a todo país, contra sua vontade. Em meio a isso, nos Estados Unidos, a Suprema Corte derrubou a lei que garantia o direito ao aborto em todos os estados americanos desde 1973. “Controlar os corpos das mulheres é fundamental para os poderes autoritários e patriarcais”, resume Debora Diniz, professora da UnB e pesquisadora do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero. Em entrevista a Julia Duailibi, a antropóloga relacionou as “duas histórias de violência” a elementos estruturais da misoginia, e explicou por que a educação sexual nas escolas é “fundamental”. Também neste episódio, o obstetra Olímpio de Moraes descreveu o código de ética médico para lidar com situações de interrupção de gravidez: “ouvir sempre e nunca julgar”. Ele, que também é diretor do Centro Integrado de Saúde Amaury Medeiros, hospital referência em saúde da mulher em Pernambuco, detalhou a lei de mais de 80 anos que regulamenta em que casos a Justiça permite o aborto: caso a mãe corra risco de morte ou a gestação seja resultante de estupro. “É muito raro a mulher vítima de violência continuar a gravidez”, relata. “Para ela, todo dia é uma tortura”.
    Show more Show less
    31 mins
  • Jun 27 2022
    Diante das centenas de milhares de vidas brasileiras perdidas na pandemia, normalização e deboche. Em resposta à tortura e morte de um cidadão por policiais rodoviários federais, desconversa. Nos assassinatos de Bruno Pereira e Dom Philips, responsabilização das vítimas. Três exemplos da política de violência sistêmica que “glorifica a morte como espetáculo” e teve seu nome cunhado pelo filósofo camaronês Achille Mbembe. Para entender o fenômeno e como ele se impôs entre nós, Renata Lo Prete recebe neste episódio Silvio Almeida, professor visitante de Direito da Universidade de Columbia e presidente do Instituto Luiz Gama. Ele explica os traços comuns a esses e outros casos ocorridos sob “um governo que sabe operar os instrumentos de morte de maneira muito eficaz”. Para Silvio, a superação da necropolítica passa por um reordenamento em que “fome e miséria não sejam mais toleradas”, paralelamente à valorização de serviços fundamentais para a vida (como o SUS) e ao estabelecimento de políticas culturais que resgatem o “significado simbólico” dos que partiram.
    Show more Show less
    25 mins

What listeners say about O Assunto

Average Customer Ratings

Reviews - Please select the tabs below to change the source of reviews.