Episodios

  • #060 Ansiedade infantil, telas e as relações familiares
    Jan 12 2026
    A ansiedade parece que é uma epidemia que vem tomando conta de todo mundo.Como muitos estudos já vêm mostrando, não dá para culpar um único fator: tem a questão da pandemia, das mudanças climáticas, uso excessivo de telas, ambiente familiar, enfim, uma série de questões.

    Neste episódio, duas mães relatam sobre os comportamentos ansiosos de seus filhos e como elas mesmas se sentem vulneráveis para lidar com isso.

    A conversa é com a pediatra Juliana Franco (CRM MG 32932), mãe de três filhos, educadora parental e especialista emocional e em adolescência, pioneira da Educação Positiva.

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  • #059 Atividade física: como começar e manter a rotina de exercícios
    Dec 29 2025
    A atividade física deixou de ser uma preocupação apenas estética para muitos brasileiros.A grande maioria se exercita movida por outros fatores, como melhora da saúde geral e bem-estar ou até mesmo para se preparar para o envelhecimento.

    É o que mostra uma pesquisa recente, divulgada em novembro deste ano, pelo Instituto Locomotiva, encomendada pela farmacêutica Apsen.

    O estudo entrevistou 600 pessoas – homens e mulheres de 18 anos a 50+, das classes A e B, em todas as regiões do país.
    Mais da metade das pessoas afirma ver o exercício como um momento de prazer, não uma obrigação.

    O que atividade física pode nos dar de retorno para a saúde como um todo, inclusive mental? Como começar alguma prática com os cuidados necessários?

    A nossa conversa nesse episódio é com a Karina Hatano (@karina.hatano), médica do esporte pela Unifesp e mestrado na saúde da mulher atleta, professora universitária e Coordenadora de Pós Graduação do Hospital Albert Einstein. (CRM 140001-SP RQE Nº: 57215)

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    31 m
  • #058 Ansiedade de fim de ano e o impacto na saúde mental
    Dec 15 2025
    O ano está chegando ao fim e muita gente tem a sensação de que ele passou rápido demais. Para algumas pessoas, a chegada de dezembro pode até despertar a chamada “Síndrome do fim de ano”, também conhecida como dezembrite.

    Tem aquela euforia pelas festas de fim, enfeitar as casas, fazer confraternizações com amigos e na empresa, planejar o quanto antes a ceia de Natal, levar as crianças para ver o Papai Noel, encontras as pessoas que você não viu o ano inteiro, além das demandas de trabalho que precisam ser todas resolvidas até o fim do ano porque senão parece que o mundo vai acabar.

    Mas você reparou que todo esse corre de fim de ano parece acontecer cada vez mais cedo? Há um tempo atrás, isso era mais comum em dezembro. Mas nesse ano e até em 2024 também, no final de outubro ou já na virada para o primeiro dia de novembro a gente já se depara com o comércio todo decorado, grupos de família já querendo organizar tudo e até o papai Noel chegou mais cedo. Claro, tudo isso muito influenciado pela Black Friday também que hoje dura o mês inteiro de novembro e é um grande chamariz para antecipar as compras de Natal.

    O quanto será que toda essa correria e ansiedade pelo fim do ano nos tira o tempo e a oportunidade de viver o momento presente e abala nossa saúde mental? A nossa conversa nesse episódio é com a psicóloga e psicanalista Fê Lopes (@felopespisco).

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    43 m
  • #057 Dengue: desafios para 2026 e o que esperar da vacina no SUS
    Dec 1 2025
    Muita gente já se deparou com o famoso mosquito de listas brancas, o tão conhecido aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya.

    O estrago que ele tem feito também já é conhecido. Se você teve dengue, ou já conheceu alguém que teve, sabe do que estou falando: muito mal estar, febre alta, dor no corpo, nas articulações e vários outros sintomas que variam de pessoa para pessoa. É uma doença muito debilitante por alguns dias.
    Segundo o Ministério da Saúde, em 2025, o Brasil registrou mais de 1,4 milhão de casos prováveis de dengue, uma redução de cerca de 75% em comparação com o mesmo período de 2024. Mas a verdade é que os índices de contaminação ainda estão muito altos.

    Um levantamento feito pela pasta com 3,2 mil municípios aponta que 30% destas cidades estão em situação de alerta para a proliferação e transmissão de doenças pelo Aedes no próximo ano.

    Cientistas projetam que o Brasil terá um 1,8 milhão de casos de dengue em 2026, um número mais elevado e preocupante.

    Pois é, o período de chuvas e das altas temperaturas está chegando, um prato cheio para o mosquito da dengue.

    Nesse episódio a gente vai falar sobre o que podemos fazer, individual e coletivamente para prevenir uma nova epidemia como a gente teve em 2024, o que as mudanças climáticas tem a ver com a proliferação do mosquito e como está o cenário da vacinação no país.

    A conversa é com a doutora Melissa Falcão (@melissabfalcao), infectologista e consultora da coordenação geral de arboviroses do Ministério da Saúde e membro do Comitê Científico de Arboviroses da Sociedade Brasileira de Infectologia.

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    Edição de vídeo: Luísa Scopel

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  • #056 Síndrome da Fadiga Crônica: invisibilidade e a relação com a Covid
    Nov 17 2025
    Você já parou pra pensar quantas pessoas no Brasil possivelmente estão sofrendo com uma doença invisível, que grande parte da sociedade nem imagina?

    Já parou para pensar como é acordar todos os dias sentindo um cansaço extremo, em que cada movimento exige um esforço enorme? Uma exaustão física e mental que não passa, dificuldade de dormir e de ficar em pé.

    Essa é a realidade diária de milhões de pessoas que vivem com a chamada Encefalomielite Miálgica, mais conhecida como Síndrome da Fadiga Crônica, uma doença pós-viral, que teve um aumento após a pandemia.

    No Brasil, não há dados oficiais, mas estima-se que mais de 2,6 milhões de brasileiros possam ter a doença, que ainda é subdiagnosticada e negligenciada.

    A nossa conversa nesse episódio é com a doutora Eloara Campos (CRM-SP: 103.072 / RQE: 68038), pneumologista e fisiologista do exercício, professora pela Unifesp e médica do Hospital Sírio Libanês. E também com a psicóloga Ivana Andrade (CRP 06/200858), que é mestranda em Ciências da Saúde pela UNIFESP. A história da Ivana como paciente de Síndrome de Fadiga Crônica a transformou em uma ativista pelas políticas públicas.

    https://www.instagram.com/ivanaandrade/

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    53 m
  • #055 Crise climática: impactos na saúde e riscos de novas pandemias
    Nov 3 2025
    Ondas de calor, mudanças bruscas de temperatura, inundações, poluição do ar. Além dos prejuízos ambientais, qual é o preço que a nossa saúde paga diante da crise climática já escancarada?

    Estamos diante da COP 30- a Conferência do Clima das Nações Unidas para a Mudanças Climáticas, que será em Belém no Pará. Essa é a chance de colocarmos em pauta a urgência de proteger nossas florestas e reduzir a emissão de gases poluentes.

    Um estudo publicado na revista Nature em 2022 projeta que as mudanças climáticas poderão gerar mais de 300 mil primeiros encontros entre espécies e até 15 mil transferências virais até 2070 . Ou seja, o aumento das temperaturas aumenta o risco de novas pandemias.

    A conversa nesse episódio é com a doutora Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas, em São Paulo (CRM SP 50470 | RQE Nº: 122389). Ela também está à frente do projeto Doutores das Águas, uma expedição em barco que oferece atendimento médico e odontológico aos povos ribeirinhos da Amazônia desde 2011.

    https://www.instagram.com/doutoresdasaguas/

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  • #054 Câncer infantil: desafios no acesso ao diagnóstico e tratamento
    Oct 20 2025
    Você sabia que cerca de oito mil casos anuais de câncer infanto juvenil são registrados no Brasil e é a primeira causa de morte por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, segundo o Instituto Nacional de Câncer?

    Os tipos mais comuns nessa faixa etária são: as leucemias (que afetam o sangue e a medula óssea), tumores do sistema nervoso central, linfomas, neuroblastomas, tumores nos rins, e sarcomas (em tecidos moles).

    A região Sul do País registra a maior taxa de incidência da doença, seguida pela região Sudeste, enquanto a menor taxa ocorre na região Norte.

    O problema é que o Brasil tem profundas desigualdades regionais no acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado, fatores que impactam diretamente as chances de cura e a qualidade de vida dos pacientes.

    Essa é uma constatação do Panorama da Oncologia Pediátrica, elaborado pelo Instituto Desiderata. E para se ter uma ideia, o diagnóstico precoce pode elevar as chances de cura em até 80%.

    A conversa nesse episódio é com Renata Couto, diretora executiva do Instituto. Ela conta como a iniciativa Unidos pela Cura vem aumentando o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento em crianças com câncer tanto no Rio de Janeiro, como em Pernambuco.

    https://www.instagram.com/institutodesiderata/

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    39 m
  • #053 Câncer nos olhos: prevenção na primeira infância salva vidas
    Oct 6 2025
    Você já olhou bem no fundo dos olhos do seu filho ou da sua filha hoje? Além da questão da conexão, claro, isso também pode ser um hábito que ajuda a salvar vidas.

    Isso porque muitas doenças na visão podem ser diagnosticadas precocemente, como é o caso do retinoblastoma, um câncer raro que se desenvolve na retina, parte interna dos olhos. É o tumor ocular mais comum em crianças, mas é raro e responde por 3% dos cânceres infantis.

    Aproximadamente 90% dos casos são descobertos antes dos cinco anos de idade. Quando diagnosticado precocemente e tratado, as chances de cura podem chegar a 90%. Se diagnosticado tardiamente, pode provocar cegueira e até levar à morte.

    Diante desse cenário, a campanha De Olho nos Olhinhos tem o intuito de conscientizar sobre o diagnóstico precoce e alertar cuidadores sobre os sinais de atenção.

    O bate papo nesse episódio é com Daiana Garbin, jornalista, palestrante, mãe da Lua e fundadora da campanha De Olho nos Olhinhos. E também com a doutora Carla Macedo, oncologista pediátrica do GRAAC (CRM 82954 | RQE 47764).

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