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Dahlia Talks

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De: Dahlia Capital
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Acompanhe em nosso podcast Dahlia Talks os áudios das nossas cartas, entrevistas do time de gestão e demais conteúdos relacionados às nossas teses. Link cartas: https://www.dahliacapital.com.br/blogDahlia Capital Economía Finanzas Personales
Episodios
  • Carta Mensal: Intuição ou Ironia?
    Feb 6 2026

    Em investimentos, algumas ideias parecem tão óbvias que raramente são questionadas. Uma delas é a noção de que mais risco deveria sempre significar mais retorno esperado.


    Mas o mercado nem sempre recompensa essa lógica de forma linear — e, em certos momentos, pode até fazer exatamente o oposto do que a intuição sugere.

    Mesmo métricas consagradas, como o prêmio de risco das ações (Equity Risk Premium, ou ERP), podem levar a conclusões enganosas quando analisadas isoladamente. Recentemente, alguns analistas têm questionado a performance da bolsa no Brasil, pelo fato de que o ERP está muito baixo. Porém, a história diz que a performance da bolsa é mais explicada pelo movimento dos juros de longo prazo e não pelos níveis de ERP.


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    7 m
  • Carta Mensal: Dr. Dólar
    Jan 13 2026

    Feliz Ano Novo! Historicamente, o “Dr. Dólar” tem sido um dos principais fatores das condições financeiras globais. A forte relação entre o dólar global e os ativos de risco é clara, inclusive no Brasil: desde 2003, todas as quedas anuais do Ibovespa ocorreram em anos de fortalecimento do dólar no mundo, enquanto a maior parte das altas coincidiu com períodos de dólar fraco.

    Um dos debates centrais para 2026, portanto, é a direção do dólar global. Há vetores de curto prazo que apontam para enfraquecimento — como cortes de juros pelo Fed, menor diferencial de taxas e preocupações fiscais nos EUA —, mas também forças relevantes de sustentação, incluindo crescimento relativo americano, inflação mais resiliente e episódios de aversão a risco. A isso se soma uma mudança estrutural na política externa dos EUA: a atualização da Doutrina Monroe, que reposiciona o Hemisfério Ocidental como área estratégica prioritária e reforça o uso do poder econômico e financeiro, inclusive do dólar. Assim, embora o vento baixista possa soprar no início do ano, o movimento estrutural mais relevante pode seguir sendo o de um dólar forte no longo prazo, com implicações importantes para os mercados globais e para o Brasil.

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    10 m
  • Carta Nov/25: What's the story? Morning glory
    Dec 4 2025

    Para todos os lados, observamos o mundo em K: alguns dados econômicos mostram sinais positivos e outros, até antagonicamente, negativos. O mundo em K é um mundo mais difícil de prever. Essas disparidades, em muitos casos, não podem durar para sempre, mas você poderia esperar uma vida toda para ver uma convergência.


    Acreditamos que os avanços e aplicações da inteligência artificial continuarão, a China se manterá como uma grande exportadora de deflação e os preços de petróleo seguirão baixos. Essa combinação tende a ser baixista para inflação permitindo que bancos centrais comecem ou continuem o processo de cortar juros, o que tende a ser positivo para os mercados de ações globais.

    Vamos desenhar o cenário. No início de 2025, víamos três fases para o mercado: dólar fraco, juros para baixo e eleições. Ainda estamos no meio desse processo. E por agora, os investidores já devem ter percebido o que tem que fazer. Afinal, quando o movimento de migração para bolsa vier, pode ser mais rápido que uma bala de canhão. Mesmo dentro da turbulência, o Brasil pode ainda ser um oásis de retorno nos próximos trimestres. Isso, claro, se tivermos a chance e não a jogarmos fora.

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    9 m
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