MULHERES DE 50 Podcast Por Maria Tereza Gomes arte de portada

MULHERES DE 50

MULHERES DE 50

De: Maria Tereza Gomes
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Um dos três podcasts de saúde e bem-estar mais admirados do país pelo Prêmio Einstein 2023. Somos quatro irmãs que discutem o que significa ter 50 anos hoje: Tereza, 60, é jornalista e mora em São Paulo, capital; Lúcia, 58, é médica ginecologista e obstetra em Toledo, no Paraná; Marilza, ou Mel, 56 anos, é veterinária em Naviraí, no Mato Grosso do Sul; e Sandra, 53 anos, é advogada em Curitiba, Paraná. Uma vez por semana, as quatro se reúnem virtualmente para uma conversa descontraída sobre os desafios da idade, relembrar os ícones de sua geração e dar dicas Maduras.Maria Tereza Gomes Ciencia Ciencias Sociales
Episodios
  • T 17 : EPS 04 - Nossa pele | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Apr 7 2026

    No episódio de hoje, entrevistamos a dermatologista Michele Barros Toccolini, 47 anos, de Cascavel (PR), sobre cuidados com a pele, cabelos e área dos olhos. Ela destaca a importância da saúde interna — adotar bons hábitos como alimentação equilibrada, hidratação e sono restaurador — aliada aos cuidados externos: limpeza, hidratação e regeneração.

    A partir dos 50 anos, a menopausa desencadeia mudanças que prejudicam a pele: perdemos colágeno e elastina, e as células, que se renovavam a cada 21 dias na juventude, agora demoram até 60 dias. O resultado? Uma pele mais fina, seca e com menor luminosidade, explica a médica.

    Aproveitamos a presença da especialista para detalhar a rotina ideal de cuidados, da manhã à noite. Falamos ainda sobre pés, unhas e os tratamentos disponíveis no mercado. “O céu é o limite para procedimentos com respaldo científico”, afirma ela. Só que tudo isso custa caro.


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    1 h y 2 m
  • T 17 : EPS 03 - Nossos osssos | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Mar 31 2026

    Quer proteger seus ossos? Atenção ao tripé da prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose: ingestão de cálcio, atividade física e exposição ao sol.

    Quem diz isso é a fisiatra Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e diretora do Comitê de Ensino e Treinamento da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR). “O cálcio é fundamental para a vida inteira, inclusive para o coração bater”, afirma. A quantidade ideal diária pode ser obtida, além de uma dieta equilibrada, com a ingestão de um pote de iogurte, um copo de leite e uma fatia grossa de queijo todos os dias.

    No quesito exercícios físicos, “qualquer um é melhor que nenhum”, mas, para cuidar dos ossos, a médica recomenda aqueles que pressionam o osso, como musculação e exercícios de impacto (pular corda ajuda). Anote para não esquecer: mulheres sedentárias podem perder até 2% de massa óssea por ano.

    O terceiro pilar é a vitamina D, que a fisiatra indica obter com exposição ao sol — ou, para quem não pode, comprando suplemento na farmácia. “Este tripé é importante, mas não é suficiente para tratar osteoporose. Quem já tem a doença precisa de tratamento medicamentoso que impede a perda e estimula a formação de novo osso”, alerta a médica. Compartilhe este episódio com uma amiga.

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    1 h y 3 m
  • T 17 : EPS 02 - Coração | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Mar 24 2026

    Os cientistas sabem há muito tempo que homens desenvolvem doenças do coração mais cedo que as mulheres. O motivo é que, até a meia-idade, o estrogênio nos protege, mas essa proteção desaparece com a menopausa. Para entender melhor essa questão, entrevistamos o cardiologista Leonardo Jorge de Paula, 45 anos, médico do InCor-HCFMUSP e professor na Faculdade Brasileira de Medicina, em São Paulo. Segundo ele, a reposição hormonal não reverte tudo, mas reduz os riscos cardiovasculares porque melhora a disposição para os exercícios, a qualidade do sono e os indicadores do metabolismo, que ajudam o coração. As mulheres com mais de 60 anos são as mais vulneráveis ao infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e outras doenças coronárias. O médico diz que “três coisas reduzem drasticamente o risco de doenças do coração: mexer o corpo, cuidar do prato e dormir bem”. Ele ainda recomenda check-up anual para saber como andam a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, entre outros fatores de risco. “90% dos fatores de risco do coração são administráveis. Só 10% é genética”, diz. Sobre exercícios, ele lembra o protocolo: misturar aeróbico (caminhada ou corrida) e força, priorizando a recorrência à duração. É melhor fazer 30 minutos de caminhada três vezes por semana do que duas horas apenas no domingo. Na entrevista você vai saber também o que é síndrome do coração partido que, sim, é uma doença do coração.

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    1 h y 10 m
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