Episodios

  • T 17 : EPS 05 - Perda de xixi | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Apr 14 2026

    Vamos ser sinceras: tememos perder xixi. Imagine-se numa situação pública e, involuntariamente… Por muito tempo, sentir vergonha e se proteger do mundo era a única saída para uma situação muito comum: a incontinência urinária. Hoje, sabemos que é comum, mas não é normal perder urina (nem pouquinho, ao tossir ou pular). Mais importante: trata-se de uma doença tratável. Quem garante isso é o urologista Angelo Palma Contar, 56 anos, coordenador da residência médica de Urologia no Hospital Cruz Vermelha e professor de Urologia da Universidade Positivo, em Curitiba. “A incontinência é progressiva. Se não for corrigida, leva a isolamento e depressão, porque a pessoa não consegue ter uma vida social”, alerta ele. É comum em senhoras idosas, mas ocorre também em mulheres jovens. As causas mais comuns são múltiplos partos, menopausa, envelhecimento ou bexiga hiperativa. O diagnóstico é feito no consultório, e os tratamentos incluem exercícios (pilates, fisioterapia), hormônios, remédios ou cirurgia sling (coloca-se uma espécie de tipóia para segurar a uretra). Abandone a vergonha: a incontinência urinária é tratável e libertadora. Ah! Homens também têm. "Após a cirurgia, a resposta é muito rápida: opera num dia e depois de 24h a incontinência não está mais lá", diz.


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    1 h y 11 m
  • T 17 : EPS 04 - Nossa pele | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Apr 7 2026

    No episódio de hoje, entrevistamos a dermatologista Michele Barros Toccolini, 47 anos, de Cascavel (PR), sobre cuidados com a pele, cabelos e área dos olhos. Ela destaca a importância da saúde interna — adotar bons hábitos como alimentação equilibrada, hidratação e sono restaurador — aliada aos cuidados externos: limpeza, hidratação e regeneração.

    A partir dos 50 anos, a menopausa desencadeia mudanças que prejudicam a pele: perdemos colágeno e elastina, e as células, que se renovavam a cada 21 dias na juventude, agora demoram até 60 dias. O resultado? Uma pele mais fina, seca e com menor luminosidade, explica a médica.

    Aproveitamos a presença da especialista para detalhar a rotina ideal de cuidados, da manhã à noite. Falamos ainda sobre pés, unhas e os tratamentos disponíveis no mercado. “O céu é o limite para procedimentos com respaldo científico”, afirma ela. Só que tudo isso custa caro.


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    1 h y 2 m
  • T 17 : EPS 03 - Nossos osssos | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Mar 31 2026

    Quer proteger seus ossos? Atenção ao tripé da prevenção de doenças ósseas, como a osteoporose: ingestão de cálcio, atividade física e exposição ao sol.

    Quem diz isso é a fisiatra Pérola Grinberg Plapler, especialista em Medicina Física e Reabilitação e diretora do Comitê de Ensino e Treinamento da Associação Brasileira de Medicina Física e Reabilitação (ABMFR). “O cálcio é fundamental para a vida inteira, inclusive para o coração bater”, afirma. A quantidade ideal diária pode ser obtida, além de uma dieta equilibrada, com a ingestão de um pote de iogurte, um copo de leite e uma fatia grossa de queijo todos os dias.

    No quesito exercícios físicos, “qualquer um é melhor que nenhum”, mas, para cuidar dos ossos, a médica recomenda aqueles que pressionam o osso, como musculação e exercícios de impacto (pular corda ajuda). Anote para não esquecer: mulheres sedentárias podem perder até 2% de massa óssea por ano.

    O terceiro pilar é a vitamina D, que a fisiatra indica obter com exposição ao sol — ou, para quem não pode, comprando suplemento na farmácia. “Este tripé é importante, mas não é suficiente para tratar osteoporose. Quem já tem a doença precisa de tratamento medicamentoso que impede a perda e estimula a formação de novo osso”, alerta a médica. Compartilhe este episódio com uma amiga.

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    1 h y 3 m
  • T 17 : EPS 02 - Nosso coração | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Mar 24 2026

    Os cientistas sabem há muito tempo que homens desenvolvem doenças do coração mais cedo que as mulheres. O motivo é que, até a meia-idade, o estrogênio nos protege, mas essa proteção desaparece com a menopausa. Para entender melhor essa questão, entrevistamos o cardiologista Leonardo Jorge de Paula, 45 anos, médico do InCor-HCFMUSP e professor na Faculdade Brasileira de Medicina, em São Paulo. Segundo ele, a reposição hormonal não reverte tudo, mas reduz os riscos cardiovasculares porque melhora a disposição para os exercícios, a qualidade do sono e os indicadores do metabolismo, que ajudam o coração. As mulheres com mais de 60 anos são as mais vulneráveis ao infarto, insuficiência cardíaca, arritmias e outras doenças coronárias. O médico diz que “três coisas reduzem drasticamente o risco de doenças do coração: mexer o corpo, cuidar do prato e dormir bem”. Ele ainda recomenda check-up anual para saber como andam a pressão arterial, o colesterol e a glicemia, entre outros fatores de risco. “90% dos fatores de risco do coração são administráveis. Só 10% é genética”, diz. Sobre exercícios, ele lembra o protocolo: misturar aeróbico (caminhada ou corrida) e força, priorizando a recorrência à duração. É melhor fazer 30 minutos de caminhada três vezes por semana do que duas horas apenas no domingo. Na entrevista você vai saber também o que é síndrome do coração partido que, sim, é uma doença do coração.

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    1 h y 10 m
  • T 17 : EPS 01 - Nossos hormônios | Saúde e bem-estar depois dos 50
    Mar 17 2026

    Estamos de volta com mais uma temporada do Mulheres de 50. Ao longo de 10 episódios, vamos falar sobre saúde e bem-estar, com foco na prevenção de doenças que podem comprometer um envelhecimento saudável, como as cardiovasculares, os cânceres e os transtornos de saúde mental.

    E por que começar pela menopausa? Porque, quando não é acompanhada e tratada adequadamente, ela pode impactar a saúde física e mental pelo resto da vida. E não estamos falando apenas dos calorões que atrapalham o sono. “O risco cardiovascular aumenta só de a mulher entrar na menopausa”, afirma a endocrinologista Dolores Pardini, 74 anos, pesquisadora e chefe do Ambulatório de Menopausa da disciplina de Endocrinologia da Unifesp.

    Há ainda a perda de massa muscular, o aumento de gordura abdominal e alterações cognitivas, entre outros danos. “Hoje temos muitos recursos. Mulheres na menopausa podem levar uma vida saudável, dormir bem e manter disposição para o trabalho. Sofre apenas quem não tem informação ou é mal orientada”, diz a médica.

    Nesta entrevista, a especialista responde a dúvidas frequentes: terapia hormonal engorda? Aumenta o risco de câncer de mama? Testosterona é indicada? Ouça e compartilhe com uma amiga.

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    1 h y 18 m
  • T 1 - EPS 01: O primeiro episódio Mulheres de 50
    Dec 4 2025

    O que significa ser mulher de 50 nos dias atuais? Com esta pergunta, lançamos em 10 de março de 2020 - um dia antes do início oficial da pandemia da COVID-19 - o podcast “Mulheres de 50”. A ideia original era compartilhar experiências sobre saúde, família, lazer, trabalho e também informações e notícias úteis para essa geração de mulheres que, como dissemos naquele primeiro episódio, se recusa a aceitar a velhice esperada pela sociedade. Para nós, a idade não define como essa mulher contemporânea pensa, age e faz escolhas. Recentemente, aquele primeiro episódio foi excluído pelo Spotify por termos usado um trechinho da música “Pretty Woman”, de Roy Orbison. Agora, reeditado, o republicamos.


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    40 m
  • T 16 - EPS 10: Há vida depois do divórcio
    Dec 2 2025

    Chegamos ao último episódio desta temporada sobre Amor Maduro. E o tema agora é a coragem para acreditar que merecemos tudo o que a vida pode nos oferecer. Afinal, depois dos 50, a gente não tem tempo a perder. O tempo é curto para ficarmos presas a relacionamentos infelizes ou que já não nos completam. Esse foi o tema da conversa com a jornalista Lucinda Pinto, 55 anos, divorciada desde 2018 do homem com quem começou a namorar aos 17. "A gente já não tinha a mesma satisfação a dois; perdemos a tolerância, tudo incomodava", contou Lucinda, mãe de duas filhas adultas. A separação lhe trouxe liberdade e confiança para fazer suas próprias escolhas, como decidir morar sozinha pela primeira vez. Lucinda também se tornou adepta das trilhas, algo que nunca havia experimentado — e foi em uma delas que conheceu o atual namorado. O casal mora em cidades diferentes, e Lucinda está adorando isso: "Tem sido ótimo morar longe".

    Se você também se identifica, ouça, comente e compartilhe. Até a próxima temporada.

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    1 h y 4 m
  • T 16 - EPS 09: Malu e o Casamento às cegas 50+
    Nov 25 2025

    Maria Luiza Bruzatto, 64 anos, a Malu, achava que seria difícil encontrar o amor no reality Casamento às Cegas 50+, mas tinha esperanças. Por isso, a gaúcha, que é separada, mãe de dois filhos adultos e empresária, aceitou participar da 5ª temporada do programa que está na Netflix, só com participantes acima de 50 anos. Nesta entrevista, ela conta como foi sua experiência e por que já no primeiro dia dos encontros às cegas soube que não havia se interessado por nenhum dos 15 homens do experimento. O normal seria ela deixar o programa, pois não seguiria para as próximas fases, mas sua capacidade de articulação e humor a alçou à condição de uma espécie de comentarista do programa. O resultado é que Malu, que tinha 600 seguidores no Instagram, agora tem mais de 60 mil. A exposição, no entanto, não a ajudou a encontrar o amor. Ela continua sozinha, mas diz que está pronta para o amor. "Estou feliz com a minha própria vida, mas é bom namorar, gostar de alguém", diz.

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    49 m