Deus Meu, Deus Meu
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Deus Meu, Deus Meu
Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? por que estás afastado de me auxiliar, e das palavras do meu bramido? Salmo 22:1.
Quando Davi escreveu isso, não era só um desabafo; ele escancarava a dor de alguém que sentia Deus distante. E quando Jesus repetiu essas palavras na cruz, mostrou que até o Filho de Deus experimentou o abandono. Talvez você também já tenha sentido essa escuridão, quando a oração parece não alcançar os céus. É um grito da alma: “Por quê?”. Mas o salmo não termina aí.
A dor é intensa, quase sufocante. O salmista fala de um bramido profundo, que só cabe em lágrimas. Mesmo assim, ele diz: “Deus meu”. A fé luta contra o medo. Ele não entende o silêncio, mas ainda acredita que pertence a Deus. Talvez você esteja assim — perdido, cansado, mas segurando a ponta de esperança de que o Pai não te soltou. Ele nunca solta. O salmo mostra sofrimento, mas também que Deus ouve, responde e age.
No verso 22, o tom muda: louvor, esperança e vitória explodem. A madrugada escura encontra o sol. Deus entrou em cena, transformando caos em testemunho, dor em vida, silêncio em resposta, abandono em restauração e promessa.
Talvez você esteja nos primeiros versículos — nos “porquês”, no desespero. Mas Deus chama você a confiar que a segunda parte existe. Que o capítulo não termina onde você está agora. Que a aparente derrota pode se transformar em louvor. Ele ouve até o sussurro mais silencioso e já prepara o próximo verso da sua história.
Hoje, entregue seu bramido — sua dor, luta, fraqueza — nas mãos de Deus. Diga: “Deus meu”. Mesmo na escuridão, confie que a virada vai chegar. O Deus que ouviu Davi e Jesus está ouvindo você agora.