#12 | Meu nome é GAL
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Gal Costa nos deixou na manhã do dia 9 de novembro de 2022. E o que ela deixou para o Brasil, o que ela produziu de Brasil em sua arte e o que ela cantou de Brasil é inestimável. Esse Brasil da alegoria e da indefinição, do encanto e desencanto e rencantamento do mundo, da dialética entre o profano e o sagrado, de contrastes, contradições e do Tropicalismo.
Gal Costa partiu da bossa nova na escola mais João Gilbertiniana possível em "Domingo", disco em parceria com Caetano Veloso, para o Tropicalismo, e podemos dizer que dentre todos os tropicalistas, Gal Costa foi a mais visceralmente tropicalista. Nenhuma intérprete usou tanta guitarra pesada, tanta distorção, ninguém colocou tanto Jimi Hendrix na salada brazuca. Gal foi a primeira cantora no Brasil que passou a usar o corpo de forma estética, política e provocativa.
Dona de uma voz que podia ir do registro baixo ao alto, esganiçado, arranhado. Ela cantava bossa, rock'n'roll, forró, Caymmi, Gil, Luiz Gonzaga, Melodia, Ismael Silva, Roberto e Erasmo.
Gal cantou muito desse vasto Brasil.
Álbuns
- Domingo (1967)
- Gal Costa (1969)
- Gal (1969)
- Legal (1970)
- Gal a todo vapor (1971)
- Índia (1973)
Produção: Baioque Conteúdo
Roteiro e apresentação: Pedro Schwarcz
Direção: Newman Costa
Edição: Felipe Caldo
Redação: Luiz Fujita e Paulo Borgia
Arte: CRIO.LAH
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Produção: Baioque Conteúdo
Roteiro e apresentação: Pedro Schwarcz
Direção: Newman Costa
Edição: Felipe Caldo
Redação: Luiz Fujita e Paulo Borgia
Arte: CRIO.LAH