SUS é essencial no combate à violência contra a mulher, mas ainda carece de recursos
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Apesar dos avanços no combate à violência contra a mulher no Brasil, os números mostram que o problema ainda exige mais atenção e ações multifatoriais. Além de políticas públicas, é necessária uma mudança cultural e iniciativas nos setores de educação, justiça, combate às desigualdades e saúde.
Dados do Instituto Sou da Paz, divulgados no Dia Internacional da Mulher, revelam que, em 2023, houve 4,3 mil ocorrências de violência armada não letal contra mulheres, um aumento de mais de 20% em relação ao ano anterior. No total, foram registrados mais de 440 mil casos, incluindo 212 mil de violência física e 100 mil de agressões psicológicas.
Uma das coordenadoras de um estudo recente sobre a Política Nacional de Redução da Morbimortalidade por Acidentes e Violências (PNRMAV), a especialista Edinilsa Ramos de Souza, destacou, em entrevista ao podcast Repórter SUS, que apesar dos avanços no combate à violência de gênero, ainda há desafios, especialmente em formação e financiamento.
Ficha técnica:
Reportagem, produção e apresentação: Nara Lacerda, Juliana Passos e Letycia Holanda
Parceria: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fundação Oswaldo Cruz (EPSJV/Fiocruz)
Trabalhos técnicos: Adilson Oliveira
Identidade Visual: Samuel Lovato
Direção de Podcasts: Camila Salmazio
Coordenação de Redação: Rodrigo Chagas
Coordenação de Rádio e TV: Monyse Ravena
Direção Executiva: Nina Fideles