Morrer é falha sua? Modernidade, processo civilizador e sociedade de risco
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Salve, galera! No episódio de hoje, a gente continua a nossa série sobre a sociologia da morte — e a pergunta é direta (e bem incômoda): morrer virou falha sua?
No episódio anterior, vimos como a modernidade empurrou a morte para longe do convívio social. Agora, a conversa avança: a sociedade moderna não só escondeu a morte — ela passou a administrá-la.
Com Norbert Elias, a gente entra no processo civilizador: o crescimento das normas de higiene, o controle dos impulsos, o recuo da violência do espaço público e o “recalcamento” da finitude. Aos poucos, a morte vai ficando cada vez mais distante, mais silenciosa, mais “imprópria”.
Com Ulrich Beck, a lente muda para a sociedade de risco: a morte deixa de ser destino, vontade divina ou acaso… e passa a ser lida como responsabilidade individual.
Você não fez exames?
Não se cuidou?
Não “performou saúde”?
Então… a culpa é sua?
E para fechar o episódio, depois do intervalo daquela aula, entramos com Anthony Giddens e o conceito de segurança ontológica — aquela sensação de estabilidade que permite que a vida “siga”, como se o sistema controlasse o caos. Mas a pergunta fica: ele controla mesmo?
Dá o play e vem comigo nessa jornada! 🎧
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Até o próximo episódio!
📚 Referência (ABNT)
MATTEDI, Marcos Antonio; PEREIRA, Ana Paula. Vivendo com a morte: o processamento do morrer na sociedade moderna. Caderno CRH, v. 20, p. 319-330, 2007.
🎵 Trilha sonoraMúsica: “Savior” – Telecasted
Fonte: YouTube Audio Library