Lealdade invisível: amar os pais não significa repetir a história deles!
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Amar pai e mãe não impede a lucidez de reconhecer: talvez a gente não queira viver como nossas mães viveram, nem amar como nossos pais amaram. Dá pra sentir gratidão e, ao mesmo tempo, cansaço. Reconhecer o esforço, mas perceber que faltaram presença, cuidado emocional, escuta e descanso.
Muitas mães aprenderam que amar era resistir. Sustentar tudo, aguentar calada, colocar todo mundo à frente de si. Muitos pais vieram de uma geração que confundia trabalho com afeto e silêncio com força. Foi nesse cenário que, sem perceber, aprendemos o que seria “o amor possível”.
A psicologia chama isso de lealdade invisível: uma força silenciosa que nos empurra a repetir histórias para continuar pertencendo. Mesmo quando juramos que faríamos diferente, antigos roteiros aparecem na forma como nos relacionamos, escolhemos parceiros e lidamos com frustração.
Romper não é simples. Às vezes parece ingratidão desejar uma vida mais leve do que a deles. Mas é necessário. Dá pra amar os pais e querer outro destino. A pergunta é: como reconhecer esses padrões? Como fazer diferente sem culpa? E como assumir o protagonismo da própria história sem transformar os pais em vilões?