Eduardo Bolsonaro e Nikolas Ferreira trocam farpas Podcast Por  arte de portada

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Confira no Morning Show desta segunda-feira (23): A polêmica começou após o deputado federal Eduardo Bolsonaro acusar o colega de partido, Nikolas Ferreira (PL), de sofrer de "amnésia" em relação ao engajamento nas campanhas e de esquecer o apoio que recebeu do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O parlamentar mineiro negou ter amnésia e listou a grave situação enfrentada pela oposição atualmente, citando o ex-presidente preso e com a saúde debilitada, os manifestantes do 8 de janeiro na cadeia, os escândalos envolvendo o STF e as ações do governo Lula (PT). As investigações sobre o escândalo financeiro do Banco Master entraram em uma nova fase no STF. Delegados da Polícia Federal agendaram uma reunião com o ministro André Mendonça, atual relator do caso na Corte, para a entrega de um novo relatório investigativo. Anteriormente, o caso estava sob a relatoria do ministro Dias Toffoli, que havia imposto limitações severas à PF, impedindo que a corporação tivesse acesso a 100% das provas colhidas. Ao assumir a relatoria, André Mendonça devolveu as provas aos investigadores e garantiu maior autonomia para que a Polícia Federal realizasse novas diligências. O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) afirmou neste domingo (22) que existe um “desencontro” interno no Partido Liberal e insinuou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, estaria sendo isolado pela sigla após ter a prisão decretada. O rebaixamento da escola de samba Acadêmicos de Niterói no Carnaval carioca gerou um debate dentro do próprio Partido dos Trabalhadores (PT). A agremiação homenageou o presidente Lula e ponto central da polêmica foi uma ala do desfile dedicada a fazer críticas ao eleitorado conservador, apresentando a figura de um prisioneiro fantasiado de "Bozo", em uma clara alusão e provocação ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A atitude não foi bem recebida por Washington Quaquá, vice-presidente nacional do PT e prefeito de Maricá. O petista classificou a ala como uma "bobagem" e expôs uma divergência na sigla. A Justiça da Paraíba condenou Hytalo Santos e seu marido, Israel Vicente, sob a grave acusação de exploração sexual de menores de idade. A repórter Camila Yunes detalha que o influenciador recebeu uma pena de 11 anos de prisão, enquanto Israel foi condenado a oito anos. O entendimento da Justiça foi de que as crianças e adolescentes que viviam na casa do influenciador estavam inseridos em um cenário de risco extremo. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) decidiu absolver um homem de 35 anos acusado de estuprar uma menina de apenas 12 anos. A gravidade do caso conseguiu unir políticos tanto da esquerda quanto da direita em um repúdio coletivo. O homem já havia sido condenado em primeira instância a mais de 9 anos de prisão. No entanto, o desembargador responsável pelo recurso derrubou a condenação argumentando que existia um "vínculo afetivo" e consensual entre o réu e a vítima, uma tese que ignora o Código Penal Brasileiro, o qual estabelece que qualquer relação com menores de 14 anos configura estupro de vulnerável, independentemente de consentimento. Em entrevista, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB), avaliou uma recente decisão da Suprema Corte americana que estabeleceu uma alíquota igualitária para todos os países. Ele classificou a medida como positiva para o mercado nacional. Anteriormente, o Brasil enfrentava uma tremenda desvantagem competitiva, sendo taxado em cerca de 50%, enquanto seus concorrentes diretos pagavam tarifas entre 10% e 15%. Com a padronização em 15% para todos, o Brasil ganha fôlego para competir em pé de igualdade no mercado americano. Essas e outras notícias você confere no Morning Show.
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