Cultas e vinho verde Podcast Por Inês Meneses / PÚBLICO arte de portada

Cultas e vinho verde

Cultas e vinho verde

De: Inês Meneses / PÚBLICO
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Duas mulheres e um copo de vinho. O início perfeito para uma conversa sobre a vida, cultura, histórias e pensamento. Uma seleção de mulheres que deixam rasto, como certos vinhos. Com Inês Meneses.

Arte Ciencias Sociales Comida y Vino
Episodios
  • Cultas e Vinho Verde com Aldina Duarte
    Nov 28 2025

    Hoje, para além da nossa convidada temos um Dona Paterna, alvarinho de 2024, verde branco e que destapa esta conversa com a Aldina Duarte, amiga que admiro pela sua voz e verticalidade. Aldina é do fado, podendo ser de muitas outras coisas: da escrita, da rádio, do pensamento. Uma mulher sempre em movimento e com diversas facetas, que nos vai revelando ao longo tempo.

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    33 m
  • Cultas e Vinho Verde com Milhanas
    Nov 21 2025

    Para a conversa de hoje destapamos um Almanua Terroir Marítimo branco: a primeira criação conjunta de Manuel e Luís Cerdeira, um vinho que reflete a influência atlântica das vinhas de Famalicão. Um branco gastronómico servido para esta conversa que hoje acolhe a Carolina Milagre Milhanas, Milhanas nome escolhido para a sua carreira de cantora. Uma jovem de 23 anos, quase a fazer 24, com uma voz de futuro impregnada de passado.

    A Milhanas tanto canta a Canção de Madrugar escrita por Ary dos Santos em 1970, como canta com Noiserv no novo disco dele, como se revela por inteiro no seu álbum "De sombra a sombra".

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    22 m
  • Cultas e Vinho Verde com Ana Matos
    Nov 14 2025

    A nossa convidada de hoje é a Ana Matos: Nascida em Lisboa em 1972, é a fundadora e directora da Salgadeiras Arte Contemporânea, galeria fundada em 2003. Depois de muitos anos no Bairro Alto, a galeria mudou-se para a Av Estados Unidos da América e representa nomes como os de Augusto Brázio, Inês D´Orey ou Rita Gaspar Vieira.

    Há outro nome que a Ana simbolicamente representa: o de José Saramago, seu avô. A Ana é curadora da Fundação José Saramago sendo responsável pela programação da delegação da Azinhaga onde o escritor, prémio nobel, nasceu em 1922.

    A acompanhar a conversa, em cima da mesa temos hoje um Barão do Hospital. Já agora, acredita-se que as terras onde se situa a Quinta do Hospital, de onde provém este vinho, na freguesia de Ceivães, concelho de Monção, foram doadas pela mãe de Dom Afonso Henriques à Ordem Hospitalária de São João de Jerusalém ou Ordem do Hospital.

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    27 m
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