Milei manifesta apoio aos Bolsonaros | Congresso avalia veto de Lula
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Confira os destaques de Os Pingos nos Is desta segunda-feira (12):
O presidente da Argentina, Javier Milei, afirmou preferir a eleição de um integrante da família Bolsonaro à Presidência do Brasil, em vez do que chamou de “socialismo do século 21”, em referência a Lula (PT). Em entrevista à imprensa argentina, Milei criticou o governo petista e disse não ver espaço para diálogo com a esquerda.
Mesmo durante o recesso legislativo, o Congresso Nacional se articula para analisar o veto do presidente Lula (PT) ao PL da dosimetria. Além dessa proposta, parlamentares devem deliberar sobre outros 69 vetos presidenciais. A movimentação marca uma nova fase de tensão entre o Legislativo e o Planalto, já que quase metade dos vetos do governo foi derrubada desde o início da gestão.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) retornou dos Estados Unidos sem conseguir o encontro desejado com o secretário de Estado americano Marco Rubio, considerado estratégico para a pré-campanha presidencial. A ausência da agenda e declarações sobre o papel de Eduardo Bolsonaro (PL) geraram incômodo entre lideranças do centrão, que veem riscos de desgaste político.
A saída de Ricardo Lewandowski do Ministério da Justiça e as mudanças feitas pela oposição levaram o governo a reavaliar a PEC da Segurança Pública. Interlocutores do Planalto afirmam que o Executivo perdeu o controle do texto e avalia desistir da proposta para evitar uma derrota no Congresso. Segundo a base aliada, o texto atual contraria a orientação do presidente Lula (PT).
Levantamento mostra que o governo Lula (PT) ampliou o uso do sigilo como justificativa para negar pedidos feitos com base na Lei de Acesso à Informação. Entre 2023 e 2025, mais de 30 mil solicitações não foram respondidas, e a taxa de negativas por sigilo subiu para 34%, acima do registrado no governo anterior. A CGU afirma que os critérios seguem a legislação vigente.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmou que o presidente Lula (PT) demonstrou preocupação após a prisão de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos. Segundo ela, Lula entrou em contato no dia da captura e ofereceu ajuda humanitária, incluindo o envio de medicamentos ao país.
O governo Lula (PT) prepara uma ofensiva política para dialogar com motoristas de aplicativos, grupo visto no Planalto como majoritariamente simpático ao bolsonarismo. A estratégia inclui a criação de um grupo de trabalho e visitas a estados para ouvir demandas da categoria e discutir a regulamentação do trabalho por aplicativos que tramita na Câmara dos Deputados.
Você confere essas e outras notícias em Os Pingos nos Is.