O guia prático para carregar o carro eléctrico na rede pública
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O carregamento na rede pública é, frequentemente, o tema que suscita mais dúvidas entre quem se estreia na mobilidade eléctrica. Neste quinto episódio do Plug-in, um especial dedicado ao “abastecimento” de electrões fora de casa, Sérgio Magno volta a receber Pedro Faria e Telmo Azevedo, da UVE (Associação de Utilizadores de Veículos Eléctricos), para uma verdadeira aula sobre como navegar na rede nacional.
A conversa inicia-se pela explicação do modelo português, gerido pela Mobi.E, que é comparado ao sistema Multibanco pela interoperabilidade: qualquer cartão ou aplicação de acesso permite carregar em qualquer posto da rede. Para clarificar o processo de pagamento, o painel define os dois intervenientes essenciais: o CEME (Comercializador de Energia para a Mobilidade Eléctrica), com quem o utilizador celebra contrato e que emite a factura; e o OPC (Operador de Ponto de Carregamento), a entidade responsável pela instalação e manutenção da máquina na via pública.
Mas nem todos os postos são iguais. O episódio detalha as diferenças entre postos normais (PCN), rápidos (PCR) e ultra-rápidos (PCUR), alertando para a importância de adequar a escolha do posto à capacidade de admissão de carga do veículo. Ligar um carro que carrega lentamente a um posto ultra-rápido é um erro, que resulta num custo elevado sem qualquer ganho de tempo.
Ainda no capítulo dos custos, o podcast aborda a importância de se utilizarem aplicações de comparação de preços antes de iniciar a carga, visto que o valor final engloba taxas do comercializador, do operador do posto e impostos. São também referidas as redes privadas, como os Superchargers da Tesla, e o crescimento dos pagamentos directos com cartão bancário.
Por fim, o episódio foca-se na etiqueta e no civismo: a necessidade de libertar o lugar assim que o carregamento termina e a ineficácia de ocupar postos rápidos para carregar a bateria acima dos 80% ou 90%.
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